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LAÇOS DE APROXIMAÇÃO: LIDERANDO COM APEGO E VÍNCULO

“Qualquer relação entre humanos envolve uma ligação emocional. E uma relação emocional pode ser positiva ou negativa. Toda relação traz com ela ganhos e perdas.”

Liderança é a arte do relacionamento. Então é importante formar boas conexões no trabalho de liderar. Quando você começa a impactar outras pessoas você está falando sobre empatia, colaboração, habilidades sociais, inteligência social e “Mindset de Crescimento”, segundo a autora Carol Dweck.

Para o bom líder, lidar com o impacto das relações, uma vez que irá lidar com algum senso de autocontrole, se torna um desafio: “como se aproximar do liderado. Como você se conecta? Como consolidar essa aproximação e criar laços de vínculos de líder – liderado?

Primeiro você se aproxima, depois vem a criação do laço. Criar o laço é a habilidade mais importante. Ela está ligada com a Empatia, mas é mais profunda. A empatia é a nossa capacidade de entender o sentimento do outro, o motivo, a causa do significado que o outro conduz suas percepções.

Criar uma relação requer, primeiro criar uma energia, que é física, emocional, intelectual ou espiritual. E você não irá conseguir isso sozinho. Haverá sempre a necessidade de se criar vínculos, se unir em torno de um interesse intelectual, emocional ou espiritual, gerando uma energia que irá se transformar em ação e reação entre líder e liderado.

Mas será que os Líderes reservam tempo par formar laços inclusive com os liderados menos afeitos a eles? Um líder verdadeiro não precisa de afeições para criar laços, ele precisa de objetivos comuns claros e voltados para o resultado conjunto. Líderes lidam com pessoas: colaboradores, stakeholders e clientes.

Os Lideres mais inteligentes são aqueles capazes de se adaptar, são flexíveis e abertos para criar laços.

Mas, laços criam vínculos e criam também, disrupções. As pessoas se decepcionam com pouco e o Líder se expõe a julgamentos dos liderados. Um feedback negativo, uma mudança de função, uma transição gera desgastes emocionais e disrupção de liderados e líder.

Pequenas atitudes, em milhares de possibilidades, podem produzir dor e sofrimento em ambos os atores dos laços e vínculos formados entre líder e liderado. Assim, o verdadeiro Lider será capaz de ver e demonstrar aos liderados as partes boas que toda mudança, feedback, posicionamento de origem de liderança traz. E isso é construir e refazer novos laços que irão se perpetuar com maior identificação dos papéis desempenhados pelos atores envolvidos.

Como Líder proficiente use a sua mente para não focar nas perdas, arrependimentos e frustrações,  mas sim no que vem depois e transite neste caminho fortalecendo os laços. Vendo o lado cheio do copo.

É comum nas organizações empurrar os conflitos Líder-Liderado para debaixo do tapete. Assim, por falta de clareza, se usa boa quantidade de energia vital no consumo endógeno da energia empresarial,  se esquecendo, com frequência que a energia vital de uma organização tem que estar voltada para uma construção exógena, ou seja: “O que um líder faz é construir relacionamento e satisfação nos clientes, no sentido de dentro para fora da organização. Administrar um processo interno, mas com vistas ao consumo e satisfação, objetivando as melhores entregas aos clientes.”

Portanto, Líderes de verdade entendem que sua habilidade em superar desequilíbrios havidos irá fomentar a união, reforçar laços e vínculos e produzir entregas com qualidade prolífica. Em relação a satisfação da equipe, dos stakeholders e dos clientes.

Manter um espírito de gratidão pelos erros e acertos. Eis o segredo, pois na verdade não existe certo e errado na prática. O que existem são resultados. Independentemente da sua qualificação em “erro ou acerto”: ou todos aprendem com os resultados classificados como “erros” , ou celebram aqueles definidos como acertos ou então será produzido muito  menos do que seria possível e desejável.

E para isso, é preciso saber perdoar. O quanto mais rápido você perdoar, mais rápido irá retornar aos laços já construídos. Não é esquecer, é identificar com clareza as ações a serem coordenadas para voltar à rotina e se não tiver como desenvolver novas habilidade que promovam a segurança nas entregas , ai sim, é buscar o reposicionamento da função e até mesmo substituir o colaborar responsável.

Isso irá promover a mais alta possibilidade de criação de laços: inspirar pessoas.

Você será um líder identificado com engajado para sua equipe quando, e somente ‘       quando, formar o conceito para o comandado que se importa com ele.

Segundo Daniel Goleman, no livro “Inteligência Emocional na formação do líder de sucesso”, existem quatro estilos que formam positivamente vínculos com os comandados: O líder visionário, o apadrinhador, o democrático e o coach. Um verdadeiro líder é capaz de alternar o melhor estilo frente às circunstâncias, envolvendo os liderados aos objetivos comuns.

Mas, existem dois estilos negativos: o pioneiro e o coercitivo. O pioneiro é quando se faz o que o liderado deveria fazer e o coercitivo é estilo de imposição feudal, incapaz de criar laços de relacionamento.

No próximo artigo da série: Liderando com Inteligência Emocional iremos abordar o tema: “Gerenciar  conflitos – Arte e Comando na formação da Liderança.” onde iremos abordar o que é para o líder importante saber o que está além das palavras, particularmente as emoções.


Sou José Ricardo Rodrigues e estou aqui para ajudá-lo na construção do seu Planejamento Estratégico aliando aos modelos tradicionais, técnicas de Coaching e Inteligência Emocional.[...]

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