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A CHAVE DA MUDANÇA: VIVER O PROCESSO

“Quando a borboleta deixa a segurança do casulo ela percebe a beleza que tem? Ou será que ela ainda se vê como uma lagarta?”

No início de sua vida, as borboletas são apenas lagartas famintas em busca de folhas. Nada mais, nada menos. Quando finalmente estão bem nutridas, seu corpo se endurece formando-se uma pupa, ou casulo, como se a larva estivesse enrolada em uma pequena folha. O pequeno animal fica dentro desta capa de proteção por dias, ou até mesmo meses, dependendo da espécie, até que esteja adulta. O casulo então rompe-se e dele sai a borboleta adulta, com o corpo ainda mole e as asas ainda amassadas. Ela aguarda algumas horas até que suas asas estejam totalmente secas e duras, e então, podem voar.

Se ela tentar voar antes de suas asas secarem, ela gastará tanta energia e morrerá, certamente.

Por outro lado, se você pegar um casulo de lagarta, cortá-lo com um estilete e tirar a borboleta lá de dentro, ela nunca irá voar. É somente o processo de lutar para sair do casulo que dá a borboleta a força para voar.

A mudança de sairmos do nosso sistema, ariscar e construir um novo caminho, é de longe o mais complexo processo de decisão que passamos. O medo de não pertencer, a síndrome do impostor, nossas crenças limitantes, nossos vieses cognitivos, tudo conspirando contra.

E por isso, só há mudança, quando vivemos o processo.

E o que é viver o processo?

As mudanças começam quando nós decidimos:

“Até agora eu fiz assim. De hoje em diante vou fazer diferente.

EDITH EGER

No seu livro, A liberdade é uma escolha, a psicologia e escritora Edith Eger nos apresenta a síntese do processo de mudança:

PRIMEIRO:  Ninguém muda até estar pronto.

As mudanças começam quando nós decidimos: “até agora eu fiz assim. De hoje em diante vou fazer diferente.”

SEGUNDO: Mudar é interromper hábitos e padrões que não nos servem mais.

É preciso substituir hábito disfuncional por uma versão mais saudável. Maus hábitos são vícios químicos, comportamentais ou emocionais.

TERCEIRO: Você muda para assumir o seu verdadeiro EU.

Quando você muda sua vida não é para se tornar uma NOVA pessoa, mas para assumir seu verdadeiro EU. Tudo que você fez até aqui e a maneira como você lidou com ela, tudo isso importa.

Então, te convido a refletir sobre a metamorfose da borboleta. Identificar seu casulo, sua hora de sair dele naturalmente e definir o tempo em que suas asas estarão secas e você poderá alçar voo.

Sentindo o sabor da vitória e colorindo o caminho em que trilhar, pois quando você encontrar o seu verdadeiro “Eu” tudo mudará, e quando você mudar, tudo ao seu redor, também mudará.

“A paz vem de dentro de você mesmo. Não a procure à sua volta.”

Buda


Sou José Ricardo Rodrigues e estou aqui para ajudá-lo na construção do seu Planejamento Estratégico aliando aos modelos tradicionais, técnicas de Coaching e Inteligência Emocional.[...]

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