Na verdade, não é o EGO e sim o EGO “ISMO” que pode destruir nossos planos.
EGO é o defensor da personalidade é o nosso EU. Sua principal função é buscar a harmonia entre nossos desejos e nossa realidade. Ele comanda nossas atitudes e ações na busca dessa harmonia e nossos valores. Nossa cultura é influenciada por esses valores, assim como é, a sociedade.
“Desejo” e “realidade” são os dois principais pilares do Planejamento Estratégico. E se o EGO controla a busca pela harmonia entre nosso estado atual , compreendendo nossa realidade, para ir de encontro ao desejado, então, estamos falando de Inteligência Emocional.
Todos nós temos desejos e realidades e esses desejos e realidades são frutos de nossas crenças limitantes e fortalecedoras e assim nossas ações, seja no plano pessoal ou profissional, familiar, social ou espiritual, estarão diretamente ligadas ao nosso EGO, que pode harmonizar nossos interesses em nos manter numa Zona de Conforto ou nos tirar dela.
O nosso EGO atua diretamente no nosso consciente que afinal, sofre a ação contínua do nosso pensamento cognitivo. De forma normal, o EGO faz seu papel de forma simples, ou seja, os desejos aparecem, as realidades são apresentadas e então tomamos nossas decisões. O problema é quando o ISMO é adicionado e entra em ação o EGOISMO.
“ISMO” é um sufixo de origem grega que exprime doutrina, sistema, teoria, tendência, corrente, sempre determinando esse significado à uma palavra relacionada: Islamismo, Marxismo, Cristianismo, EGOISMO e tantos outros.
O seu significado maior leva ainda, ao significado de querer antes, e assim a junção de EGO + ISMO nos leva a ter atitudes e desejos que privilegiam o EGO. E ao tê-lo privilegiado nos esquecemos do principal fundamento da inteligência Emocional.
Segundo Daniel Goleman, o pai da Inteligência Emocional, são três os pilares que nos inserem ao comportamento com Inteligência Emocional:
INTER RELACIONAMENTO, que é nosso relacionamento com o nosso EU,
INTRA RELACIONAMENTO, que significa a nossa capacidade de relacionar-se com o OUTRO e por fim o
RELACIONAMENTO COM O AMBIENTE em que estamos inseridos.
Quando conseguimos equilibrar esses três pilares conseguimos desenvolver Inteligência Emocional e os resultados advindos de nossas decisões serão mais prolíferos, ou seja: serão multiplicados.
O controle do EGO pode ser feito sobre nossos “desejos” e sobre nossas “realidades”.
Quando conseguimos administrá-los em nossas decisões, capacitando nosso EGO a diminuir o “ismo”.
Quando não conseguimos controlar nossos “desejos” e nossas “realidades”, abrimos fendas profundas para que o “ismo” invada nosso EGO, e aí podem acontecer muitos processos desagradáveis na execução de nosso Plano Estratégico e talvez isso seja a grande causa dos insucessos na execução dos Planos Estratégicos.
E como dizia Napoleão Bonaparte, como grande estrategista que foi no século XVIII, “na estratégia, a EXECUÇÃO é decisiva”, traduzindo assim, a importância de se transferir os desejos para o plano da realidade.
“Um Plano Estratégico sem execução é um simples relatório de intenções.”
Sou José Ricardo Rodrigues e estou aqui para ajudá-lo na construção do seu Planejamento Estratégico aliando aos modelos tradicionais, técnicas de Coaching e Inteligência Emocional.[...]
Leia Mais +